Ela...
Figura idealizada do irreal,
Sempre presente com seu espírito e astral.
É a dona dos meus últimos sorrisos e suspiros.
Aquela que sussurra em meus ouvidos,
Segredos de contos vividos.
Utopias profanadas em silêncio e respeito.
Impossível de se arranjar sempre um jeito,
De aquecer minha alma e acalentar meu desejo.
Por mais que eu tente esquecer
Nunca conseguirei esvainecer
O sangue que faz meu coração bater.
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
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